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segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Crazy, but that's how it goes...

De tempos em tempos me deparo com algumas situações que me fazem acreditar que as pessoas são completamente loucas.

Sério, tem gente que não bate bem.

O melhor exemplo foi quando ouvi um "eu te amo" no segundo encontro (não preciso dizer que foi o segundo e último, né?). Ou então um "estou apaixonado por você" depois de apenas 15 dias da primeira vez que a gente se viu.

2 coisas:
1) esse povo precisa aprender que "eu te amo" não é que nem abraço
2) eu não sou tão irresistível assim e eu sei disso.


Mas depois de um tempo recebendo tantas pessoas doidas na vida, é impossível não parar e se perguntar: será que o doido na verdade não sou eu e eu não percebo porque todos os meus amigos também são doidos?!

Faz sentido. Tanto é que ganhei um certificado!


quinta-feira, 25 de agosto de 2011

The Story Ain't Over - 1 ano

Hoje faz 1 ano que eu fui para Dublin!

Simplesmente não consigo acreditar... tipo, há um ano, nessa mesma hora, eu estava me despedindo dos meus amigos e da minha familia no aeroporto. Consigo me lembrar como se fosse ontem... tantas coisas aconteceram do dia 25 de agosto de 2010 até hoje, mas o tempo pareceu passar tão rápido.

Me pergunto se vai continuar nessa velocidade pra sempre... creio que a tendência é acelerar =/

Há um ano atrás tudo o que eu queria era ir viajar, ir conhecer outro(s) país(es), conhecer gente diferente, me desligar do mundo como o conhecia aqui... hoje pouca coisa realmente mudou na minha vida... estou estagiando (\o/), dando aula de inglês, escrevendo o meu TCC... tbm nunca sai tanto com os meus amigos quanto agora!

Algumas coisas ainda estão faltando, mas tudo está caminhando nos eixos... um passo de cada vez!

Ka.

Mas, ainda sinto saudades de algumas coisas de "over there."

Próxima parada: Alemanha!




sexta-feira, 29 de julho de 2011

I just don't buy it

Hoje vou assistir Capitão América! Pelo trailer nem fiquei tão animado, mas ah, sempre é bom ir ao cinema. No entanto, ao procurar os horários do filme me deparei com a seguinte situação: no cinemark Pátio Paulista só tem em 3D, tanto dublado quanto legendado. Como assim?!

Fui procurar outro cinema onde não fosse 3D e descobri que o mesmo só está sendo exibido em 7 salas da rede cinemark, contra muito mais do que o triplo de salas com a versão 3D. Tudo bem, tudo bem, o filme Capitão América foi feito para ser em 3D, assim como muitos outros, mas é aí que surge a questão: até que ponto vale a pena pagar (muito) mais caro para assistir um filme em 3D?

Quando essa nova mania começou, todo mundo fazia questão de ver em 3D. Se tinha a opção, não pensavam duas vezes. Estava na moda ver filme em 3D e ninguém se importava em desembolsar um valor maior. O 3D dos primeiros filmes nem era tão legal, mas era o fator novidade que o tornava tão atraente... assistir um filme de um modo diferente.


Mas com o passar o tempo as pessoas começaram a se perguntar se realmente valia a pena. Afinal de contas, em muitos casos, você só realmente presta atenção nos efeitos 3D no começo do filme, sendo os restantes apenas mais um filme normal. Além disso, ter de assistir usando o óculos é, para mim, uma desvantagem. Há indícios também de que o 3D pode causar dor de cabeça.

Bla.
Bla.
Bla.

E a questão do dinheiro? No Cinemark Pátio Paulista, às sextas, sábados e domingos a inteira para um filme tradicional custa R$18,00 (matinê) e R$ 20,00 (noite), enquanto que para um filme em 3D, nos mesmos dias, é um valor único (e simbólico, claro) de R$29,00.

Vinte e nove Reais.

Para ver um filme em 3D.

Ou melhor dizendo: para ver um filme em "3D."

É praticamente o dobro do ingresso para um filme tradicional.

Alguns podem dizer que o Cinemark é muito caro, o do Pátio Paulista ainda mais que os demais, mas de qualquer modo, para mim, pagar R$29,00 para ver um filme teoricamente em 3D tem que ser O FILME.

Dizem que o 3D é a nova onda no que diz respeito ao cinema, mas eu me pergunto se é isso mesmo ou se é apenas uma tática dos estúdios para arrecadar (muito) mais dinheiro.

Enfim, não vejo no 3D uma grande vantagem. Durante toda a minha vida assisti filmes em 2D e para mim sempre foram bons o suficiente. A experiência de ver uma explosão e peças voando na minha direção foi legal no começo, mas chega uma hora em que os filmes começam a forçar cenas em 3D que eu simplesmente não compro, sendo, no final das contas, tudo a mesma coisa.


segunda-feira, 11 de julho de 2011

My Own Way Home

Falando em shows inéditos... nesse último fds pude conferir a primeira apresentação da banda solo (ou nem tão solo assim) do Jorn Lande. Ele já tinha vindo ao Brasil anteriormente com o Avantasia, mas com sua banda principal esta foi a primeira vez. Eles abriram o show para o Mr.Big, no sábado dia 09/07, e no domingo fizeram um show próprio no Carioca Club.


O show foi awesome, realmente o cara canta muito bem ao vivo e o som da casa estava impecável (imo). Todos os integrantes estavam bastante empolgados também. Só achei o público meio desanimado e, por ser a primeira apresentação da banda no país, esperava por um set list mais longo. De qualquer modo, valeu cada centavo, só por ter ouvido músicas como We Brought The Angels Down, Stormcrow e Blacksong já valeu a pena. No final, eles tocaram a música escrita em homenagem ao grande Dio, Song For Ronnie James, emendando com um cover de Rainbow In The Dark, música que nunca tive a oportunidade de ouvir ao vivo com o Dio.



Próximo show agendado agora só em setembro. Nada mais, nada menos do que Judas Priest e Whitesnake \o/

Hoje fui ouvir alguns cds do Judas e acabei ouvindo Bloodstone. É engraçado como algumas músicas trazem inúmeras recordações. Essa, por exemplo, me lembra da época em que eu estava começando a ouvir heavy metal. Meu amigo gravou um cd com muitas músicas do Stratovarius e, dentre elas, vieram várias músicas de bandas de metal que ele tinha gravado achando serem do Strato. Foi assim que fiquei conhecendo o Helloween, Edguy, Hammerfall, Rhapsody (meh...) e, de um certo modo, Judas Priest.

Já o cd Dehumanizer, do Black Sabbath com o Dio nos vocais, me lembra o meu primeiro semestre na faculdade, pois ia ouvindo o cd todos os dias no ônibus até lá.

O cd The Final Frontier, do Iron Maiden, me lembra os últimos meses em Dublin e os primeiros em São Paulo-pós-Dublin.



sexta-feira, 17 de junho de 2011

Hey Stoopid (Watcha trying to do?)

Falando um pouco sobre várias coisas...


Terminei de ler o sexto livro da série A Torre Negra, do Stephen King. Sensacional, como era de se esperar. Estou com receio de começar a ler o último volume, afinal de contas, vai ser difícil encontrar outra série do mesmo nível e, uma vez que terminar de ler, não dá pra "apagar" e ler de novo. Por isso comecei a ler o Hearts in Atlantis, já que uma das histórias (uma?) está relacionada à Torre Negra e vai dar uma base legal pra entender o que são os "homens baixos."

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O site Whiplash não é mais o mesmo. Bons tempos...

O marketing em cima da super banda de metal melódico de todos os tempos está a todo vapor! Ainda mais com o anúncio de alguns (cinco? seis?) shows no Brasil. Em um dos anúncios (no próprio Whiplash) a banda já é consagrada clássica e supergrupo dentro do próprio metal. Engraçado que o nome Avantasia sequer foi cogitado, que coisa não?!
Estou no aguardo ansioso, Mr Tolkki, pelo seu segundo cd. Vamos ver se surge coragem para sair da mesmice.

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Sou um adepto de comprar cds. Isso não significa que tenha a cópia original de todas as músicas que tenho no PC, mas pelo menos das que eu mais gosto. Gosto de ter o encarte, pode ser besta dos dias de hoje mas... fazer o quê?!

Isso me fez pensar em como eram as coisas no passado. Freqüentemente ouço comentários de amigos que curtem heavy metal dizendo que gostariam de ter nascido há umas décadas atrás, de modo a poder ter aproveitado o auge das bandas na década de 80.

Mas, mano, imagina como era aquilo?! Hoje em dia a banda posta no twitter que vai lançar um album novo, dai entre esse momento e o dia do lançamento eles divulgam a capa, o tracklist, uma ou mais músicas como singles. Daí o cd vaza umas semanas antes e, finalmente, é lançado (nenhuma grande novidade). O mundo inteiro tem acesso a essas informações em questão de minutos.

E na década de 80, sem internet e, acredito, sem um grande apoio da mídia em geral?! Simples não era e, mesmo assim, temos toda essa bagagem "cultural" que temos hoje. Acho que o interesse antes acabava sendo maior, porque se você realmente curtia a banda, você ia acompanhá-la de algum modo. Hoje em dia as coisas estão muito fáceis, muito ao alcance de um clique.

E isso é ao mesmo tempo bom e ruim.

Isso tbm me fez pensar sobre a difusão da música dos dias de hoje. Quer um exemplo melhor do que um ônibus ou metrô meio cheio ou completamente lotado? Repare em quantas pessoas estão ouvindo música em seus iPods. Há poucos anos atrás o número não era tão grande, hoje, a grande maioria faz suas viagens ouvindo música.

O que é bom, pois a viagem passa mais rápido.

Mas ao mesmo tempo faz com que as pessoas se fechem em seu próprio mundo criando um muro entre ela e todas as outras pessoas ao seu redor, incluindo uma placa com os dizeres: NÃO FALE COMIGO. ESTOU OCUPADO FAZENDO COISA MELHOR. OBRIGADO.


Mas vamos agradecer que, pelo menos, essa pessoas usam fones de ouvido...

domingo, 5 de junho de 2011

A Long Way to Go (We Still Got)

E veja quem dá sinais de vida neste mundo... bastante tempo sem postar nada hein, tanta coisa aconteceu...

As aulas na faculdade terminaram, as férias de 3 semanas chegaram e se foram, as aulas na faculdade recomeçaram e não postei sequer uma vez (sim, tenho férias da faculdade em maio, e daí?). Mas agora creio que haja inspiração por dois motivos.


- Motivo Número Um:

Re-Realizei o meu sonho de ver o mestre Alice Cooper ao vivo. Parece que foi ontem que eu estava em Dublin e voei até Berlin por causa do show dele. Mal pude acreditar quando anunciaram o show em São Paulo, jamais teria imaginado assistir Alice Cooper duas vezes em menos de 12 meses.


O show foi, obviamente, perfeito. O cara está na estrada desde a década de 70, influenciou inúmeras bandas, criou um estilo de música novo!! Ele sabe fazer música e ele sabe fazer um show. Suas músicas ultrapassam o tempo e conquistam gerações. No show era possível ver gente de todas as idades. A música de abertura, Black Widow, do álbum Welcome to My Nightmare de 1975 foi seguida pela Brutal Planet, do álbum de mesmo nome lançado no ano 2000. Um salto no tempo de 25 anos.

Espero ter o privilégio de poder ve-lo ao vivo novamente. Várias vezes.


- Motivo Número Dois:

Medo. Receio. Incerteza.
Ahh, essa semana farei uma entrevista de estágio em uma grande empresa e para uma vaga que eu realmente gostaria de pegar.
O-que-está-feito-está-feito-não-pode-ser-desfeito. Mas e o que ainda não está feito? Odeio não saber o que acontece amanhã. O que eu disser amanhã definirá o meu futuro, impossível ficar indiferente a isso. Na hora eu sempre tomo o controle da situação, o problema é a espera, é o vácuo entre o agora e o depois.
Só sei que ninguém morre de véspera, então irá acontecer o que tiver que acontecer.
Mas mesmo assim... quero que essa semana acabe logo.

sábado, 7 de maio de 2011

Stratovarius e Helloween

Dia 6 de maio, que tinha tudo para ser apenas mais um dia de show na minha vida, virou muito mais do que isso.

Por "apenas mais um dia de show na minha vida" leia-se: foi o show do Helloween e do Stratovarius, bandas que eu sou simplesmente apaixonado e significam muito para mim, especialmente a segunda. Em números, este foi o meu quarto show do Stratovarius (2005, 2006, 2009) e terceiro do Helloween (2006, 2008).

Mas ser o primeiro, quarto ou vigésimo não influencia na minha empolgação, assisto aos shows como se fossem o primieiro e o último. Algumas bandas eu irei sempre assistir no matter what, e essas duas com certeza estão na lista.

OK, mas até ai, mais um dia normal na minha vida de shows.

Mas dessa vez fui com uma amiga e um grupo de pessoas da comunidade do Helloween. Eles decidiram ir durante a tarde ao hotel Transamérica, que fica ao lado do Credicard Hall para tentar conseguir ver/falar/tirar fotos/abraçar/pegar autógrafos dos caras da banda.

Eu fui junto.

Graças a Deus =D

Long story short, depois de umas 2h esperando no saguão do hotel queriamos ver o Andi Deris. Mas na verdade EU queria é ver o Timo Kotipelto. Quando ele entrou no hotel minha cara deve ter sido algo do tipo:



E depois abri um sorriso colgate que acho que só passou quando o show terminou.

Várias vezes enquanto esperava ficava pensando no que diria caso o encontrasse cara a cara. Thanks for making such great music?! You're a great vocalist! You're awesome! I love you?! *abraça e desmaia de emoção*. Foco Eduardo. Também não sou tão assim, vai.

O que importa é que na hora simplesmente não consegui dizer nada. O Kotipelto não está no topo da minha lista de ídolos, mas figura no top 5, com certeza. Talvez ficaria mais emocionado ao ver o Tobias Sammet, Kai Hansen, o Steve Harris, o Bruce Dickinson... E o mais legal é que todos eles (com exceção da estrelinha do Sascha) foram super gente boa, parando para autografar os milhares de encartes que tinhamos levado e tirar fotos.

Foi um dia muito produtivo. muito.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Addic7ed to...

- Música de qualidade:

Esse box custou um rim, mas valeu a pena =D






- Starbucks:


É overpriced, concordo, mas o ambiente é super agradável e os funcionários não ficam olhando feio quando você terminou de tomar o seu café e continua lá. Ótimo para conversar com os amigos... por horas.

Minha bebida padrão de 2011 é o Iced Shaken com Limonada (COM LIMONADA! sem limonada é horrivel!!!). Antes era o Frappuccino de doce de leite com base de café. Hoje fui lá e pedi o de sempre e a moça falou que a limonada estava em falta.

Como assim em falta?! É como ir ao McDonald's e não ter ketchup... paciência, sobrevivi com o frappuccino.


- The Fifties:

Melhor batata frita. Um dos melhores hamburgueres (Pic Burger).



- Tv-shows/cinema:


O que seria da minha vida sem eles? House, Fringe, Friends, The Big Bang Theory, How I Met Your Mother, Lost, The Simpsons, Dexter...
Cinemark com pipoca com manteiga no meio e no topo + coca-cola de 1L, ftw.


- Livros:


Stephen King, em especial.


(last but not least...)
- Amigos:


Dispensa comentários.




sexta-feira, 1 de abril de 2011

LET GO, Timo Tolkki!

Essa semana pude ouvir pela primeira vez o primeiro trabalho de estúdio de uma banda que já nasceu grande. Trata-se do Symfonia, banda criada pelo ex-Stratovarius Timo Tolkki e que tem nos vocais nada menos que Andre Matos. No line-up há também grandes nomes como o baterista Uli Kusch, o tecladista Mikko Härkin e o também ex-Stratovarius, o baixista Jari Kainulainen.

A expectativa gerada desde o primeiro anúncio de que um álbum seria gravado por eles não poderia ser maior, afinal de contas, Timo Tolkki escreveu ~90% dos grandes clássicos do Stratovarius... qualquer fã de power metal entende o que isso significa. Andre Matos é simplesmente Andre Matos. O álbum tinha tudo para ser perfeito. A começar pela capa que eu achei bem... típica.


Do início da primeira música ao fim da última, o cd é o mais puro power metal criado pelo Tolkki e pelo Andre. A técnica dos integrantes é ótima e o cd todo soa bem.

Mas, no entanto, não pude deixar de ter aquela sensação de déjà vu, de que já tinha ouvido aquilo antes. Fato, In Paradium é uma volta ao passado dos artistas, um passado difícil de deixar de lado.

Não digo isso tanto a respeito do Andre Matos, para mim ele até que estava apresentando uma abordagem diferente a cada cd lançado, por exemplo o Angels Cry, seguido por Holy Land e Fireworks, Ritual, Reason, Time to be Free e Mentalize, todos esses cds tem o toque único do vocalista e, no entanto, soam diferentes entre si.

Do mesmo modo que os trabalhos lançados pelo Tolkki no Stratovarius também tinham suas diferenças, tais como o Forth Dimension, Episode, Visions, Destiny, Infinite, Elements... hum... foi ai que a coisa começou a piorar pro Tolkki. O Elements Pt. 2 pra mim é uma regravação de tudo o que a banda já fez. Criatividade até ainda tinha, ousadia de mudar, no entanto...

Finalmente ele ia lançar o Revolution Renaissence, ainda no Stratovarius, e depois mudou de ideia e decidiu acabar com a banda. Bom, o cd era uma cópia de tudo o que ele já fez. Do mesmo modo que esse novo cd, para mim também é.

Long story short, na minha opinião os músicos do power metal de hoje precisam aprender a LET GO do seu passado. Precisam ter mais ousadia para fazer algo diferente mesmo quando todo mundo quer mais do mesmo.

Boa parte da culpa é dos próprios fãns, que crucificam a banda que muda um pouco o som, mas chega uma hora que não dá mais. O Timo Tolkki escreveu músicas maravilhosas para o Stratovarius, quando eu quiser ouvi-las, eu vou ouvir as originais, não preciso de mais um cd blablabla pra encher linguiça na minha coleção, cheio de coisas reutilizadas e ideias tão manjadas que já são clichês em qualquer album do gênero.

Falta coragem de fazer algo diferente e evoluir. Esse rolo todo que o Tolkki fez com o Stratovarius só me deixou mais decepcionado com ele. O Stratovarius está tentando seguir adiante sem o seu criador e principal compositor, e ao meu ver, está se saindo muito bem.

O Symfonia vai fazer uma turnê (isso é mais do que certo) e provavelmente eu estarei lá, cantando as músicas e tudo o mais. Mas que tipo de música é essa que gira em torno do próprio rabo e nunca segue adiante?!

Alguns artistas deveriam aprender com o Tobias Sammet, do Edguy e do Avantasia, que enfrentou a fúria de milhares de fãns ao lançar um terceiro álbum para o Avantasia, o The Scarecrow, que saia completamente da linha dos clássicos Metal Opera. O coitado foi crucificado por tal heresia, mas continuou firme e ainda lançou mais dois cds na mesma linha do terceiro. Hoje o cara é aclamado. Para mim, é necessário saber a hora de parar e seguir adiante, mudanças nem sempre são ruins. É preciso coragem para sair da zona de conforto, coisa que, infelizmente, pouca gente tem.



Sò digo uma coisa: quando eu quiser ouvir Hunting High and Low, eu ouço a original.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Tudo na mesma

Hoje voltei a fazer natação! Já nado desde 2007 (com algumas interrupções) e estava sentindo falta de praticar um esporte. Acabei parando de nadar em maio/2010 quando a facul e as aulas de inglês me sugavam todo o tempo que tinha, e em Dublin não tinha a menor condição de praticar, claro.

Mas hoje, pulei na piscina e senti que estava... tudo na mesma. Enquanto me arrastava para casa (quase 1 ano sem nadar! Não há braços e pernas que aguentem) fiquei pensando que agora estou fazendo o que fazia antes da viagem: faculdade from hell (mas eu gosto, vai), aulas de inglês (que começam em duas semanas... pagamento ae \o/), starbucks/cinema com os amigos e natação.

5 meses de viagem passaram incrivelmente rápido e no fim parece que eu fiquei fora por apenas um mês.

Já estou planejando a proxima viagem =D

Nessas ultimas semanas fiquei pensando também nas pessoas que conheci em Dublin e nos lugares que visitei. Hoje olho o perfil do facebook dessas pessoas e sei que dificilmente voltarei a ve-las novamente, espero que eu esteja errado. Conversei pelo Skype com a Juliete (vulgo: drunky), minha flatmate, que já voltou para a Argentina. Semana que vem é a vez do Gustavo e por ai vai. Pessoas nota 10, de verdade. E mesmo aqueles que não eram tão próximos, eram pessoas e as pessoas são iguais em todos os lugares do mundo (claro que sempre tem exceções).
Foi o que o Bruce (não lembro o nome dele, mas ele era inglês e parecia o Bruce Dickinson), da minha host family, disse quando todos estávamos tomando café da manhã juntos. Tinha eu do Brasil, ele da Inglaterra, a Rahel da Suiça e o Sam da Coréia do Sul, todos comendo pão de forma torrado com manteiga. Tomando café, suco de laranja.

Dai eu comecei a lembrar das pessoas que eu conheci nas viagens. Algumas delas eu simplesmente nem soube seus nomes, outras eu andei junto o dia inteeeeiro para... nunca mais ver de novo. Em Berlin o pessoal do hostel era super gente boa, conheci uma inglesa, dois australianos, alguns dos eua, alguns do canada, brasileiros (obvio). E o legal é que todos estavam lá para curtir aquele momento, mesmo sabendo que não voltariamos a nos ver de novo.


Mudando de assunto (de novo), ah que saudades que eu estava de São Paulo. Diga o que quiser, mas essa é a melhor cidade... da America Latina, hehehe. Meu amor por ela se reduz quando pego o metrô/onibus lotado e hiper-caro e que quebra frequentemente, mas é a vida... quando as pessoas me perguntam do que eu mais sinto falta de Dublin (da cidade, não dos amigos e tal) eu digo que é a segurança que a cidade oferece, todo dia ao ligar a televisão temos notícias de gente baleada em assalto e semelhantes... tenso.

A primeira pergunta que me fazem é: e aiii, como foi lah?
O que eu respondo? Tanta coisa aconteceu que um simples "como foi lá" é muito abrangente, as pessoas precisam ser mais específicas! Digo apenas que foi ótimo e que quero voltar (um dia, mas não para Dublin).

domingo, 2 de janeiro de 2011

Carry On - Stuck in a rut?



"Sometimes I wonder what's the reason why we long for someone to embrace and say hello to say goodbye Carry On - and I will forever, cause when I see you smile I dare to believe again"


16 dias e contando... como pode? Mais de 4 meses já se passaram e daqui 16 dias volto a minha stuck-in-a-rut life no Brasil. Como pode passar tão rápido?

Me lembro como se fosse ontem quando desembarquei no aeroporto de Dublin e fui para minha host family. Quando me perdi na primeira vez que sai de casa. Quando comprei meu notebook e carreguei ele nos braços do centro até minha casa por 40 min! Da loucura de arranjar um lugar legal pra morar e da loucura de tirar o GNIB dentro do prazo dado pela imigração. A ideia de fazer o CAE e a facada de pagar 173 Euros pelo exame. Do aniversário da Juliete no dia das bruxas e da primeira viagem pela Europa (para Berlim). As amizades que eu fiz, pessoas sensacionais que dificilmente voltarei a ver de novo, e a noção de que, apesar das diferentes culturas, somos todos iguais. Não só isso, mas a noção de estar no lugar certo e na hora certa. As vezes precisamos viajar muitas horas de avião para encontrar em meses o que não encontramos em anos...

E, no entanto, daqui 16 dias tudo isso vai ser parte da minha old-life in Dublin, de uma época na qual eu tive a oportunidade de simplesmente dar um pause na minha vida-de-verdade em São Paulo e partir pra uma vida de mentirinha por alguns meses, coisa que dificilmente poderá ser repetida no futuro.


Uma das primeiras expressões idiomaticas que aprendi na escola foi: "to be stuck in a rut"; e eu acabei usando essa expressão várias vezes quando o prof pedia um exemplo.

"I was stuck in a rut in Brazil, so I decided to come to Dublin \o/"

Fair enough, o exemplo não podia ser mais verdadeiro. Mas será que quando eu voltar vou continuar "stuck in a rut"? Será que o break em Dublin foi suficiente? Será?
Odeio incertezas e não tenho paciência at all... what's yet to come... only time will tell... bla bla bla!, só sei que o tempo passa tão depressa...

sábado, 11 de dezembro de 2010

Speed of Light [2]

O que pesa mais: um quilo de algodão ou um quilo de chumbo? E o que pesa mais: uma caixa de algodão ou uma caixa idêntica de chumbo?


[OK, vou direto ao ponto...]

O que pesa mais: um dia normal e rotineiro em São Paulo ou um dia normal e rotineiro em Dublin? Certamente é a segunda opção a correta.

Muitas pessoas que fazem intercâmbio comentam a mesma coisa: dias parecem semanas. Tantas coisas acontecem que é fácil chegar ao final do dia e pensar: nossa, tudo isso aconteceu em 24h? Sim, tudo aconteceu em 24h.

Não estou falando apenas de coisas como ir ao banco abrir a sua conta, passar na escola, dar uma volta pela cidade e encontrar mais vinte contratempos. Isso também se aplica a PESSOAS.
Além de conhecer pencas de gente, parece que essas pessoas são conhecidas suas há anos. Não que isso não aconteça na vida tradicional no Brasil, mas é diferente.

Quando eu cheguei aqui senti bastante home sick e a minha impressão da cidade em si não foi tão boa quanto a de outras pessoas. Mas com o passar do tempo aprendi gostar de Dublin e, agora, mesmo ainda sentindo falta do clima de cidade grande, estou um pouco triste por saber que volto em pouco mais que 1 mês.

Minha flatmate até chorou quando eu falei que voltava em Janeiro!! Mas tudo bem, ela chora por absolutamente qualquer coisa. Ela chorou assistindo Mike and Molly na TV ¬¬

Parece que foi ontem que eu estava fazendo provas na faculdade, [fingindo] estudar que nem um louco e [fingindo] estar preocupado se ia passar ou não, pois tudo o que eu queria era vir pra cá. Bom, eu vim e... o tempo começou a passar ainda mais rápido! Mas a densidade de acontecimentos aqui é muito maior e com a facilidade proporcionada por se morar no centro e poder sair a qualquer hora e para qualquer lugar... vai ser dificil de se [re-]acostumar à vida em São Paulo.


As coisas aqui acontecem tão rápido...

As vezes eu simplesmente não entendo as pessoas. E as vezes eu simplesmente não entendo a mim mesmo, mas isso é algo que eu já estou bastante acostumado. Mas as vezes as pessoas meio que exigem coisas que elas mesmas não são capazes de fazer, e isso é o que eu menos entendo de tudo. Por exemplo, eu não posso esperar que alguém seja educado comigo quando eu não sou educado com ela.

Mas fazer o que neh, that's the way things are.


Focando um pouco nos assuntos mais reais da minha vida em Dublin, nessa quarta-feira fiz a parte escrita do CAE, que eu achei consideravelmente mais dificil do que todos os mil e um simulados que fizemos em sala. Passar eu passei, mas acho que não com A =/

E A Neve... ah, A Neve já se foi [por enquanto] graças a Deus \o/
É simplesmente lindo ve-la caindo e depois ver as árvores e parques e ruas e tudo o mais cobertas de branco, mas só no primeiro dia! Depois disso, CHEGA. A neve começa a derreter e ficar escorregadia e muito perigosa. O governo ao invés de jogar sal, joga terra, dai fica uma lama semi-congelada. Horrivel.


Os filmes só mostram a parte bonita, acreditem.

Desde quinta a temperatura começou a aumentar um pouco (por volta dos 6 graus), o que é ótimo, já que a neve finalmente derreteu. Além disso, me acostumei tanto às baixas temperaturas daqui que quando vejo que está uns 10 eu penso: nooossa, tá 10 graus?? aff...

Não quero nem ver quando sair de Dublin a 5 graus e chegar em São Paulo aos 30.


Ontem fizemos uma despedida para uma brasileira amiga nossa e hoje vamos fazer outra, mas dessa vez é surpresa.

Ontem comi em um lugar muito semelhante ao The Fifties em São Paulo, muuuuito bom. Lá, com uns classmates e amigos, escreveram o meu nome em árabe e em coreano \o/

Pedi holidays para a semana que vem na escola, já que vou a Paris e a Roma. Minhas aulas voltam só na primeira semana de Janeiro... depois de fazer o preparatorio para o CAE com os dois melhores professores da escola, vai ser dificil voltar para as aulas normais de inglês. Eu perguntei pro coordenador: vc nao tem nada mais avançado do que o avançado?! E ele: o CPE só abre uma vez por ano e eh no final =/

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Not only English

[E ae gente, queria pedir desculpas pelo longo tempo sem atualização, mas é que estou meio sem tempo (e sem criatividade) para fazer um post decente xD]

Ao fazer intercâmbio você aprende sobre a cultura de um país completamente diferente do seu, bem como sua língua. Até aí morreu neves...

Mas o que mais vem no pacote? Digo, você sai do conforto da sua casa e vai aprender só inglês? Não mesmo...

  • você aprende a cozinhar, lavar e passar roupa \o/

  • aprende a se comunicar com as pessoas
  • você treina a sua capacidade de buscar paz interior mesmo nas situações mais estressantes do dia a dia

  • você pratica exercício físico todos os dias

  • enquanto você ainda não tem um emprego e precisa se manter sem gastar muito, você aprende a sobreviver dentro dos seus limites, cortando coisas supérfulas...
E por ai vai!

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Ka


7 DIAS!!!



Ir para a faculdade todos os dias fazendo o mesmo caminho, sempre a mesma coisa.
Um belo dia vc sente que pegar o vagão do lado seria legal ou que faltar na ultima aula do dia seria bom para relaxar a mente (\o/). E, quando você menos espera, dá de cara com alguém com quem vc não conversa há anos. Se você tivesse demorado alguns segundos (ou até mesmo se adiantado) não teria encontrado tal pessoa. 
É mais ou menos a mesma ideia de quando cai um tijolo na cabeça de alguém. 1 segundo a mais ou a menos, um passo mais longo ou mais curto, um semáforo fechado, um espirro, teriam feito uma grande diferença. Mas não, o tijolo caiu bem na sua cabeça.
Ka.


Coincidência?!
Não acredito em coincidências.

domingo, 25 de julho de 2010

Speed of Light

FALTAM 30 DIAS!!!!!!



Speed of Light - Stratovarius

Today is just an other day
of my life too short to live
I should have somekind of meaning
a destiny to believe in
before I go to sleep

I find some pictures of a time
when everything was still so fine
although the years have passed by
I will give it all I have inside...everything

I´m away lost in my thoughts
everyday my life goes by
at the speed of light

terça-feira, 20 de julho de 2010

Jack’s Lament



Jack’s Lament


There are few who deny, at what I do, I am the best
For my talents are renowned far and wide
When it comes to surprises in the moonlit night
I excel without ever even trying

With the slightest little effort of my ghostlike charm
I have seen grown men give out a shriek
With a wave of my hand and a well placed moan
I have swept the very bravest off their feet

Yet year after year it's the same routine
And I grow so weary of the sound of screams
And I, Jack, the Pumpkin King
Have grown so tired of the same old thing

Oh, somewhere deep inside of these bones
An emptiness began to grow
There's something out there, far from my home
A longing that I've never known

I'm the master of fright and a demon of light
And I'll scare you right out of your pants
To a guy in Kentucky, I'm Mister Unlucky
And I'm known throughout England and France

And since I am dead, I can take off my head
To recite Shakespearean quotations
No animal nor man can scream like I can
With the fury of my recitations

But who here would ever understand
That the Pumpkin King with the skeleton grin
Would tire of his crown, if they only understood
He'd give it all up if he only could

Oh, there's an empty place in my bones
That calls out for something unknown
The fame and praise come year after year
Does nothing for these empty tears  


... 35 dias, e contando...

domingo, 11 de julho de 2010

Infinite Dreams, I can't deny them...

... Infinity is hard to comprehend...



... 44 dias, e contando...

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Semana de provas

Pouquíssimas vezes em quatro anos e meio de faculdade tive a oportunidade de ter uma "semana de prova", pois sempre tive a sorte de tê-las em dias/semanas diferentes.

Mas não nesse trimestre... 5 provas em 3 dias consecutivos...


... 46 dias, e contando...

domingo, 20 de junho de 2010

Não quero mais brincar... to cansado


Contando os dias =D

Teoria sobre como as crianças crescem



Minha teoria começou a ser formulada exatamente no dia 22 de maio de 2010 quando me tornei um teacher e encarei, em meu primeiro dia de trabalho, uma sala repleta de 12 criaturas angelicais que serão o futuro da nossa nação.
Cinco sábados depois, finalizo a minha teoria sobre como crianças crescem. Para entende-la melhor, um conhecimento básico sobre vampiros (vampiros de verdade, nada de Crepúsculo, por favor) é necessário.
O que adultos precisam para sobreviver? Necessidades básicas, aquelas de nossos antepassados das cavernas... bom, alimento e água.
A medicina/biologia comprova que para um ser vivo sobreviver, precisa se alimentar. Evidentemente, crianças se alimentam e, assim, crescem, tornando-se adultos e posteriormente, idosos.
O que a medicina/biologia não comprova e nem todo mundo é capaz de perceber até que seja tarde demais é que a fonte principal de energia utilizada por crianças durante seu crescimento não é o alimento em si, mas sim pessoas ao seu redor.

Sim, crianças são pequenos vampiros de energia.

Duvida? Experimente ficar por 2h em uma sala com 12 delas. O cansaço deixa de ser físico aos 15min e sua mente começa a apresentar falhas desde então, o que inclui efeitos colaterais.
Crianças têm o dom de sugar as energias de (principalmente) adultos que estejam ao seu redor.
Não importa o que você faça, nada poderá evitar que sua energia vital seja sugada de você... talvez seja assim que o mundo funcione, estou cansado de ouvir na faculdade que a energia não é criada nem destruida, mas sim transformada... aí está, crianças roubam energia dos adultos, essas crianças viram adultos (que serão roubados por outras crianças) e os adultos viram idosos... e a vida continua.

O problema é que, eventualmente, adultos vão a loucura...