sábado, 19 de março de 2011

Santa Ignorância


E o pior é que o Calvin está certo! pra variar neh...

e falando em ignorância... agora eu entendo perfeitamente quando os meus professores da faculdade tinha sérios problemas com aparelhos eletrônicos. O cara tem doutorado e chega lá e dá o vexame de não ser capaz de ligar o computador. Ou então, vai mostrar um video ou fazer uma apresentação em slides e não consegue colocar em tela cheia.
Os exemplos são muitos.

Mas hoje, durante a aula... eu não consegui fazer o rádio funcionar. Foi quando um aluno meu levantou, ficou do lado do rádio, apertou um botão e pronto.

Santa ignorância!

Mas é claro, eu não tenho um doutorado...

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Tudo na mesma

Hoje voltei a fazer natação! Já nado desde 2007 (com algumas interrupções) e estava sentindo falta de praticar um esporte. Acabei parando de nadar em maio/2010 quando a facul e as aulas de inglês me sugavam todo o tempo que tinha, e em Dublin não tinha a menor condição de praticar, claro.

Mas hoje, pulei na piscina e senti que estava... tudo na mesma. Enquanto me arrastava para casa (quase 1 ano sem nadar! Não há braços e pernas que aguentem) fiquei pensando que agora estou fazendo o que fazia antes da viagem: faculdade from hell (mas eu gosto, vai), aulas de inglês (que começam em duas semanas... pagamento ae \o/), starbucks/cinema com os amigos e natação.

5 meses de viagem passaram incrivelmente rápido e no fim parece que eu fiquei fora por apenas um mês.

Já estou planejando a proxima viagem =D

Nessas ultimas semanas fiquei pensando também nas pessoas que conheci em Dublin e nos lugares que visitei. Hoje olho o perfil do facebook dessas pessoas e sei que dificilmente voltarei a ve-las novamente, espero que eu esteja errado. Conversei pelo Skype com a Juliete (vulgo: drunky), minha flatmate, que já voltou para a Argentina. Semana que vem é a vez do Gustavo e por ai vai. Pessoas nota 10, de verdade. E mesmo aqueles que não eram tão próximos, eram pessoas e as pessoas são iguais em todos os lugares do mundo (claro que sempre tem exceções).
Foi o que o Bruce (não lembro o nome dele, mas ele era inglês e parecia o Bruce Dickinson), da minha host family, disse quando todos estávamos tomando café da manhã juntos. Tinha eu do Brasil, ele da Inglaterra, a Rahel da Suiça e o Sam da Coréia do Sul, todos comendo pão de forma torrado com manteiga. Tomando café, suco de laranja.

Dai eu comecei a lembrar das pessoas que eu conheci nas viagens. Algumas delas eu simplesmente nem soube seus nomes, outras eu andei junto o dia inteeeeiro para... nunca mais ver de novo. Em Berlin o pessoal do hostel era super gente boa, conheci uma inglesa, dois australianos, alguns dos eua, alguns do canada, brasileiros (obvio). E o legal é que todos estavam lá para curtir aquele momento, mesmo sabendo que não voltariamos a nos ver de novo.


Mudando de assunto (de novo), ah que saudades que eu estava de São Paulo. Diga o que quiser, mas essa é a melhor cidade... da America Latina, hehehe. Meu amor por ela se reduz quando pego o metrô/onibus lotado e hiper-caro e que quebra frequentemente, mas é a vida... quando as pessoas me perguntam do que eu mais sinto falta de Dublin (da cidade, não dos amigos e tal) eu digo que é a segurança que a cidade oferece, todo dia ao ligar a televisão temos notícias de gente baleada em assalto e semelhantes... tenso.

A primeira pergunta que me fazem é: e aiii, como foi lah?
O que eu respondo? Tanta coisa aconteceu que um simples "como foi lá" é muito abrangente, as pessoas precisam ser mais específicas! Digo apenas que foi ótimo e que quero voltar (um dia, mas não para Dublin).

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Coming Home

Pensar nas palavras "Coming Home" me remete a várias músicas e bandas que tenho ouvido ao longo do tempo, mas com certeza, essa é a ideal para a atual situação:




"Vá então, há outros mundos além deste..."

e esses mundos existem.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

The Chance

Que saudades de viciar em Helloween... 7 dias



The Chance

We're living in a constant fight
Too much pressure everywhere
And all around

Don't let it pull you down
Hold on tight
Cling to your dreams

Don't you depend on someone else
Think for yourself and win the race

The chance you got comes never twice
Do your best, (and) do it right

Time will come but don't you hide
You are on your way

You're led by God but you're not a pawn
Should live your life, don't care 'bout any scorn

Just let them fool around
No need to cry
Don't give up

Try to be as smart as you can be
I know you own so much ability

domingo, 2 de janeiro de 2011

Carry On - Stuck in a rut?



"Sometimes I wonder what's the reason why we long for someone to embrace and say hello to say goodbye Carry On - and I will forever, cause when I see you smile I dare to believe again"


16 dias e contando... como pode? Mais de 4 meses já se passaram e daqui 16 dias volto a minha stuck-in-a-rut life no Brasil. Como pode passar tão rápido?

Me lembro como se fosse ontem quando desembarquei no aeroporto de Dublin e fui para minha host family. Quando me perdi na primeira vez que sai de casa. Quando comprei meu notebook e carreguei ele nos braços do centro até minha casa por 40 min! Da loucura de arranjar um lugar legal pra morar e da loucura de tirar o GNIB dentro do prazo dado pela imigração. A ideia de fazer o CAE e a facada de pagar 173 Euros pelo exame. Do aniversário da Juliete no dia das bruxas e da primeira viagem pela Europa (para Berlim). As amizades que eu fiz, pessoas sensacionais que dificilmente voltarei a ver de novo, e a noção de que, apesar das diferentes culturas, somos todos iguais. Não só isso, mas a noção de estar no lugar certo e na hora certa. As vezes precisamos viajar muitas horas de avião para encontrar em meses o que não encontramos em anos...

E, no entanto, daqui 16 dias tudo isso vai ser parte da minha old-life in Dublin, de uma época na qual eu tive a oportunidade de simplesmente dar um pause na minha vida-de-verdade em São Paulo e partir pra uma vida de mentirinha por alguns meses, coisa que dificilmente poderá ser repetida no futuro.


Uma das primeiras expressões idiomaticas que aprendi na escola foi: "to be stuck in a rut"; e eu acabei usando essa expressão várias vezes quando o prof pedia um exemplo.

"I was stuck in a rut in Brazil, so I decided to come to Dublin \o/"

Fair enough, o exemplo não podia ser mais verdadeiro. Mas será que quando eu voltar vou continuar "stuck in a rut"? Será que o break em Dublin foi suficiente? Será?
Odeio incertezas e não tenho paciência at all... what's yet to come... only time will tell... bla bla bla!, só sei que o tempo passa tão depressa...

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Paris [parte 2]



"Dreams they come and go, ever shall be so nothing is real until you feel"

Dia 2:


No segundo dia em Paris acordamos cedo (eu e as duas brasileiras que estavam no mesmo hostel que eu), tomamos o café da manha no hostel (incluoso) e fomos andar pelo centro da cidade. O Louvre nao abre de terça-feira entao Monalisa soh no dia seguinte.
Começamos pelo Arco do Triunfo, andando pela Champs Elysees e parando pra tirar fotos na frente das lojas mais famosas, como Montblanc, Disney, fnac (uauhahua). Foi dificil nao gastar rios de dinheiro na loja da Disney, tinha o boneco do Woody (there's a snake in my boot!!), do Buzz Lightyear (to infinite and beyond!!), Cars....
Mais pra frente tinha um obelisco (um de muuuitos) e, pelo que percebi em Paris e Roma, eles A-DO-RAM obeliscos do Egito! Praticamente todos os que eu vi tinham escrituras em hieroglifos (?), eh incrivel!! Em todo lugar vc ve isso...
Perto desse obelisco e no fim da Champs Elysees estava tendo uma feirinha de inverno, com varias tendas vendendo principalmente comida... humm, comprei um capuccino minusculo e over priced, mas com chantilly e Nutella (Nuteeeeeella *-*) \o/ valeu a pena.
Dai seguimos para o Louvre, onde tiramos fotos na frente das piramides e decidimos ir a Notedrame que, de acordo com o nosso mapa, ficava ali perto do Louvre.
Ha-ha, 15 pessoas enganadas, extra, extra... nao ficava muito perto nao, mas tudo bem, andamos, andamos... paramos pra comer em um restaurante que pareceu ser bom e barato (e era!). O garçom era todo metido a engraçado e perguntou com a maior naturalidade se queriamos queijo em cima da carne. Como todo turista que se preze vai ser explorado de algum modo, aceitamos alegremente e no final descobrimos que as miseras duas fatias de tesco-cheddar custaram 2,50 euros. Mas tudo bem.... juntamos o dinheiro para pagar a conta: 35 euros, sendo que a conta deu 32 e os 3 euros de troco eram MEUS.

Eram, pois o garçom simplesmente pegou os 35 e assumiu que o resto era a sua gorjeta. Nao ia reclamar 3 euros, mas ele nem tinha sido tao bom garçom assim, e alem disso acho que na conta já tinha o serviço incluso.
Depois fomos para a Notredame (finalmente), que eh muuuuito bonita e nao custa nada pra entrar (aprende, Dublin!) e, finalmente, TORRE EIFEEL. Sim, ela existe \o/

Chegando lá era evidente que iriamos subir na torre, a pergunta era: de escada ou de elevador? O preço era praticamente o mesmo (acho), mas a fila para a subida de elevador era gigantesca enquanto que a pra escada era minuscula. "Eu nao me importo de subir de escada" eu disse e as duas concordaram plenamente.
No final as escadas nem foram tao complicadas, o pior foi o FRIO.

Tava MUITO FRIO. MUITO.

A medida que subiamos para o primeiro nivel da torre jah começamos a senti-lo, mas a animação de estar subindo a Torre Eiffel era tanta que o frio era apenas um detalhe. Subimos ainda de escada para o segundo nivel e, desse, de elevador (unica opção) para o terceiro e ultimo =D

O sol jah estava se pondo e a vista era simplesmente maravilhosa, valeu cada um dos 9,50 euros que pagamos. Mas lah no topo o frio estava tao grande (muito vento) que eu mal conseguia falar, huauhahua, sentia meu rosto meio adormecido... mas valeu a pena, com certeza. Subir na Torre Eiffel estava no meu Top 3: Must-Do Things in Europe.

E a Torre Eiffel fechou o segundo dia em Paris com chave de ouro. Depois dela voltamos ao hostel e conheci meus "flatmates" de dois dias: uma mulher da Bulgaria que mora em Edinburgh que já deu aula de inglês na Abbey College (ao lado da minha escola em Dublin) e que parece um menino; uma coreana muito gente boa que, infeliz com seu trabalho na coreia e com a rigidez do sistema de trabalho deles, decidiu sair pro mundo e viajar pra cima e pra baixo com uma mala mega grande e ultra pesada; uma australiana (que, junto aos brasileiros, sao que nem barata pq tem em toooodo lugar) que largou o trabalho pra estudar musica e estava visitando algumas cidades da Europa. Tinha ainda um outro cara random que entrou no quarto mudo e saiu calado.

Achei eles bem legais, ficamos conversando bastante e todos disseram que querem vir ao Brasil na Copa do Mundo de 2014 mas que estavam preocupados com a questao da segurança...

No dia seguinte fomos ao Louvre (leia-se: fomos a Monalisa, huauhahua)

O Louvre é gigantesco e como todo mundo já sabe é impossivel ver tudo em um dia e bla bla bla. Mas o fato é: 1. se vc não é muito fã de arte lá não vai ser o seu lugar preferido de Paris, eu fiquei lá dentro 3h e não aguentava mais. É realmente super legal e vale a pena visitar mais do que uma vez se vc tem tempo, mas po, depois de ver as principais obras, um leigo como eu nao aguenta ficar mais.

Entao, depois de ver algumas esculturas random e quadros mais random ainda, segui as plaquinhas em direção a Monalisa e.... ela é... pequena. Linda, mas pequena. A gente ouve falar taaanto dela que espera que seja uma pintura 40x40m enooorme, mas não.

Nisso eu já tinha me perdido das garotas, eu parei pra tirar foto uma hora e quando vi a multidão era tao grande que não encontrei mais elas. Segui então para a parte do Egito do Louvre, que é fantastica, e vi uma Múmia!!!

Andando pelos inumeros corredores foi impossivel não pensar na música Powerslave, do Iron Maiden, e lembrar das capas e desenhos relacionados.

Depois e andar mais e mais, olhando sem prestar atenção direito, decidi que era hora de deixar o Louvre e dar uma ultima volta por Paris (comendo alguma coisa na feirinha de inverno perto do Louvre).

Conclusão desses 3 dias: Várias pessoas que foram a Paris não tiveram uma boa experiencia, mas eu acho que dei sorte, pois tudo correu super bem. O segredo é não depender nunca dos parisienses e fingir que eles simplesmente não estão lá (do mesmo modo que eles tentam fingir que vc não existe). Achei a cidade (o centro da cidade, pois não visitei as áreas mais distantes) muito bonita e bem estruturada. Voltaria novamente sem problemas =D

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Paris [parte 1]

Segunda-feira, 13 de Dezembro, embarquei às 6h35 da manha em um aviao da Ryanair (obvio) com destino a Paris, iniciando assim uma viagem de 13 dias passando também por Roma.

Como estou na casa do meu primo em Roma, nao tenho muito tempo para contar tudo sobre os 3 dias que passei em Paris, entao ai vao alguns comentarios do primeiro dia:

Eu achei a cidade simplesmente maravilhosa. Minhas expectativas nao eram muito altas. Tinha conversado com algumas pessoas que jah tinham visitado a cidade antes e o que elas disseram me deixou meio desanimado. Felizmente, dentro do onibus que liga o aeroporto de Beauvais ao centro de Paris jah tive boas impressoes da cidade, e ao caminhar pela Champs Elysees tive certeza de que escolhi o lugar certo.

Uma coisa deve ser dita: os franceses odeiam os turistas (no geral, claro). Pude perceber isso de longe, apesar de nao ter tomado nenhuma patada nas ruas (simpesmente porque nao pedi informaçao a ninguem). Em Berlin me sentia "bem-vindo", em Paris a impressao era: venha, deixe o seu dinheiro e de o fora daqui!

Anyway, isso nao diminui o fato de que a cidade é maravilhosa. O primeiro monumento que avistei foi o Arco do Triunfo. Mais adiante, proximo ao obelisco no final da Champs Elysees, a Torre Eiffel. Nao preciso dizer mais nada, preciso?

Nisso jà era meio-dia e meia e eu queria fazer a free walking tour às 13h, ou seja, precisava correr até o local onde ela teria inicio (proximo a Notre Dame). Sai correndo mal prestando atençao ao Louvre e outros predios importantes ao redor. Teria tempo para isso depois.

Cheguei exatamente em cima da hora no ponto de encontro e começamos a tour, que foi muito interessante, mas nem de longe tao boa quanto a que fiz em Berlin. Enfim, caminhamos por 3h30, com direito a uma pausa na... Starbucks (esse lugar me persegue...). No final o guia falou que iria comer algo em um restaurante perto da torre e convidou quem estivesse a fim para ir com ele.

Eu e mais umas 5 pessoas foram, dentre eles tres estado-unidenses (nao sei escrever, ok) e dois australianos. Facil de entender os caras falando em suas linguas nativas, mas as piadas deviam ser exclusivas de paises desenvolvidos, pois nao entendi nada. Todos pediram bebidas e eu, uma coca... malditos antibioticos!!!! Mas fui forte e resisti... nunca antes percebi a presença que as bebidas alcoolicas tem, uhahuahuaua. [queria ter tomado o vinho quente de lah... parecia taaaao bom]

Dai jah eram SETE E MEIA da noite e eu ainda nao tinha feito o meu check-in no hostel. Fiquei desesperado, pois eles falam que se vc vai chegar depois das 18h, voce TEM QUE AVISAR, caso contrario eles podem dar a sua vaga pra quem aparecer. E eu nao tinha avisado, pois nao esperava chegar tao tarde.

Ok, cade o metro?? Os australianos e americanos (pra Europeu America = EUA) tbm estavam indo para o metro e andamos, andamos, andamos e nada de estaçao (incrivel isso, jah que existem TANTAS estaçoes em paris...). Enfim, chegamos a uma, entramos, comprei os meus 10 bilhetes por 12 euros e comecei a planejar a rota, jah que fazer baldeaçao eh praticamente inevitavel.

Em 5 min jah tinha bolado o plano, falei pros australianos (eles estavam em um hostel na mesma rua do meu e desceriam uma estaçao antes) e eles disseram que fariam outra rota. A rota deles era mtoooo mais confusa e incluia 4 baldeaçoes. A minha era simples e apenas 3. No final das contas eles perceberam que do meu jeito era muuuito mais facil, e isso pq era a primeira vez que usava o metro de Paris. Depois a gente eh que eh sub desenvolvido...

Falando sobre o metro de Paris, que coisa maravilhosa, huauhahua. Nao entendo como as pessoas se perdem. Os trens e as estaçoes podem nao ser novos, mas a coisa funciona, pelo menos o que eu utilizei funcionou muito bem. [mas Berlin ainda ganha...]

Perto das 8h cheguei a estaçao Anvers e là descobri que eu nao sabia onde o hostel ficava. Eu imprimi o papel errado e nao tinha o endereço e nem o telefone. Eu sabia que era PERTO, mas ONDE era uma incognita.
Com o coraçao saindo pela boca comecei a andar por todas as ruas ao redor da estaçao, uhahuahuahua, ateh que entrei em um hotel e fui informado de o hostel ficava logo ao lado.
Cheguei lah e o cara da recepçao era brasileiro. Nao tive problemas com o check-in.

Fiquei no Le Village Hostel. O lugar eh nota 9.5, soh nao dou 10 porque eles nao tem armario! Tive que deixar minhas roupas na cama para naoter que carrega-las pra cima e pra baixo na cidade.
O meu quarto era de oito camas e nao tive problema nenhum com as pessoas, muito pelo contrario. Fiz amizade com duas brasileiras que estavam lah (andamos juntos nos dois dias seguintes) e conversei bastante com uma mina da Coreia do Sul, outra da Australia e outra de Edimburgo.

O segundo dia foi destinado a andar pela cidade, ver monumentos e tal e.... SUBIR NA TORRE EIFFEL. Estava um frio do caralho (com o perdao da palavra, mas estava!) e lah no topo eu confesso que evitei tirar mais fotos pq quase nao sentia mais minhas maos, mas isso eu conto no proximo post... jah estou ha muito tempo no pc do meu primo, nao quero abusar xD