domingo, 20 de junho de 2010
Teoria sobre como as crianças crescem
Minha teoria começou a ser formulada exatamente no dia 22 de maio de 2010 quando me tornei um teacher e encarei, em meu primeiro dia de trabalho, uma sala repleta de 12 criaturas angelicais que serão o futuro da nossa nação.
Cinco sábados depois, finalizo a minha teoria sobre como crianças crescem. Para entende-la melhor, um conhecimento básico sobre vampiros (vampiros de verdade, nada de Crepúsculo, por favor) é necessário.
O que adultos precisam para sobreviver? Necessidades básicas, aquelas de nossos antepassados das cavernas... bom, alimento e água.
A medicina/biologia comprova que para um ser vivo sobreviver, precisa se alimentar. Evidentemente, crianças se alimentam e, assim, crescem, tornando-se adultos e posteriormente, idosos.
O que a medicina/biologia não comprova e nem todo mundo é capaz de perceber até que seja tarde demais é que a fonte principal de energia utilizada por crianças durante seu crescimento não é o alimento em si, mas sim pessoas ao seu redor.
Sim, crianças são pequenos vampiros de energia.
Duvida? Experimente ficar por 2h em uma sala com 12 delas. O cansaço deixa de ser físico aos 15min e sua mente começa a apresentar falhas desde então, o que inclui efeitos colaterais.
Crianças têm o dom de sugar as energias de (principalmente) adultos que estejam ao seu redor.
Não importa o que você faça, nada poderá evitar que sua energia vital seja sugada de você... talvez seja assim que o mundo funcione, estou cansado de ouvir na faculdade que a energia não é criada nem destruida, mas sim transformada... aí está, crianças roubam energia dos adultos, essas crianças viram adultos (que serão roubados por outras crianças) e os adultos viram idosos... e a vida continua.
O problema é que, eventualmente, adultos vão a loucura...
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Obrigado Dio, valeu por tudo!!
No dia de ontem, 16 de maio de 2010, o mundo perdeu um dos maiores representantes do Heavy Metal. Ronnie James Dio, que foi simplesmente um dos maiores vocalistas do estilo, tendo lançado albuns espetaculares não apenas na carreira solo mas também junto às bandas pelas quais passou, vai deixar saudades, mas sua música continuará viva para sempre.
Muito obrigado Dio, por ter sido uma influência tão positiva no Heavy Metal, pelas músicas que diversas gerações escutam hoje e ainda vão escutar. Valeu por tudo!
segunda-feira, 10 de maio de 2010
'cause it's not only music, it's a chosen way of life

Não pretendo perder meu tempo tentando explicar a determinadas pessoas os motivos pelos quais o Heavy Metal é, para mim, tão importante e musicalmente superior aos outros estilos vigentes no Brasil. Algumas pessoas não se preocupam nem em pesquisar um pouco antes de vir criticar o metal, dizendo um monte de abobrinhas, quanto mais a dar olhos - ouvidos - a um mero texto de um blog da internet. Elas também parecem não entender que ir a um show de metal não é como ir a um show qualquer, onde a música é apenas um detalhe, talvez seja por isso, pela música ter sido colocada em tão segundo plano, que a música nacional está cada dia pior.
Pretendo perder meu tempo, sim, comentando sobre como é gratificante ir a um show de Heavy Metal (ou qualquer show, que seja...) de uma banda de que você é realmente fã.
Muitas pessoas olham para mim assustadas quando digo que já paguei R$ 300,00 para ver o Iron Maiden, na pista premium, elas dizem:
"OMFG, você é:
(a) doido
(b) idiota
(c) rico
(d) todas as anteriores,
eu teria feito coisa muito melhor com o dinheiro."
A questão é que, obviamente, tais pessoas não têm um ídolo musical. É aquele tipo de gente que baixa todas as músicas pela internet, ouve o que está no rádio e não se importa se o cantor morre ou vive pois, se morrer, outro substituirá. Não têm uma certa relação com o artista e/ou com a mensagem que a música passa, com a música em si.
Ouvir uma banda de metal, ao contrário, não se restringe apenas ao som, é todo um estilo de vida. Você ouve as músicas, observa a arte de capa, fica ansioso a espera do anúncio dos shows da turnê, usa a camiseta da banda, eventualmente quer deixar o cabelo crescer, só usa preto quando você é mais jovem (e mais mente fechada).
Quando, finalmente, o dia do show chega e você chega ao local, encontra centenas de pessoas que, assim como você, anseiam por ouvir as mesmas músicas, pessoas de quem você nunca ouviu falar antes, mas que já foram aos mesmos shows que você, que usam a mesma camiseta que você. Um show de metal não se trata de um local para azaração ou para algazarra, é um local para ouvir a música que você esperou anos para ouvir ao vivo, ver os seus ídolos, aqueles caras que, não apenas tocam excepcionalmente bem (note, vc é fã), mas que conseguem criar melodias com os instrumentos (o que não é nada fácil... fazer barulho sim, é fácil). Em um momento do show, você olha para os lados e vê que muitos estão cantando e você também. Ao final do show você só consegue pensar em duas coisas: (1) que show do caralho, e (2) quando será o próximo?
Praticamente todas as minhas bandas preferidas estão nesta imagem, mas este post é dedicado ao grande Kai Hansen, cara que, sem dúvida, foi o responsável pela criação do Power Metal com o lançamento dos albuns "Keeper of the Seven Keys" e vem contribuindo desde então com cds de altíssima qualidade juntamente com o Gamma Ray.
Hail to the metal! \m/
Pretendo perder meu tempo, sim, comentando sobre como é gratificante ir a um show de Heavy Metal (ou qualquer show, que seja...) de uma banda de que você é realmente fã.
Muitas pessoas olham para mim assustadas quando digo que já paguei R$ 300,00 para ver o Iron Maiden, na pista premium, elas dizem:
"OMFG, você é:
(a) doido
(b) idiota
(c) rico
(d) todas as anteriores,
eu teria feito coisa muito melhor com o dinheiro."
A questão é que, obviamente, tais pessoas não têm um ídolo musical. É aquele tipo de gente que baixa todas as músicas pela internet, ouve o que está no rádio e não se importa se o cantor morre ou vive pois, se morrer, outro substituirá. Não têm uma certa relação com o artista e/ou com a mensagem que a música passa, com a música em si.
Ouvir uma banda de metal, ao contrário, não se restringe apenas ao som, é todo um estilo de vida. Você ouve as músicas, observa a arte de capa, fica ansioso a espera do anúncio dos shows da turnê, usa a camiseta da banda, eventualmente quer deixar o cabelo crescer, só usa preto quando você é mais jovem (e mais mente fechada).
Quando, finalmente, o dia do show chega e você chega ao local, encontra centenas de pessoas que, assim como você, anseiam por ouvir as mesmas músicas, pessoas de quem você nunca ouviu falar antes, mas que já foram aos mesmos shows que você, que usam a mesma camiseta que você. Um show de metal não se trata de um local para azaração ou para algazarra, é um local para ouvir a música que você esperou anos para ouvir ao vivo, ver os seus ídolos, aqueles caras que, não apenas tocam excepcionalmente bem (note, vc é fã), mas que conseguem criar melodias com os instrumentos (o que não é nada fácil... fazer barulho sim, é fácil). Em um momento do show, você olha para os lados e vê que muitos estão cantando e você também. Ao final do show você só consegue pensar em duas coisas: (1) que show do caralho, e (2) quando será o próximo?
Praticamente todas as minhas bandas preferidas estão nesta imagem, mas este post é dedicado ao grande Kai Hansen, cara que, sem dúvida, foi o responsável pela criação do Power Metal com o lançamento dos albuns "Keeper of the Seven Keys" e vem contribuindo desde então com cds de altíssima qualidade juntamente com o Gamma Ray.
Hail to the metal! \m/
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Nailed to the Wheel

"He's offering those kingdoms, they all could be thine
Rising powers, tempting gold, but at what price would it be sold?
It's all up to you... ", trecho da música Nailed to the Wheel, do Edguy.
Rising powers, tempting gold, but at what price would it be sold?
It's all up to you... ", trecho da música Nailed to the Wheel, do Edguy.
Finalmente a sensação de que tudo está entrando nos eixos novamente. Nada como ficar completamente sem tempo de novo =D
Entre o 8 e o 80, definitivamente, prefiro o 80... correr, correr e correr. Ou então, ficar preso às engrenagens que movem tudo o que acontece e se deixar levar... tudo se movimenta tão rápido que você nem percebe, e quando menos esperar, será 8 novamente...
Entre o 8 e o 80, definitivamente, prefiro o 80... correr, correr e correr. Ou então, ficar preso às engrenagens que movem tudo o que acontece e se deixar levar... tudo se movimenta tão rápido que você nem percebe, e quando menos esperar, será 8 novamente...
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Sinto como se sentisse que não sinto nada...
Alguém já se sentiu assim?As férias estão chegando ao fim (bom e ruim) e a sensação de não sentir nada aumenta, acho que isso está relacionado ao tédio. Não que eu não tenha nada para fazer, muito pelo contrário, mas sabe quando você simplesmente não quer fazer nada? Ou então, quer fazer exatamente aquilo que não pode ¬¬
"Vá fazer o que quiser tesouro, menos ver televisão"
"Ahh, já sei o que eu quero fazer mamãe!"
"Então diga"
"Eu quero ir voando daqui até a Lua"
"¬¬ Entenda que isso não é possivel..."
"Mas você disse que eu poderia fazer qualquer coisa sem ser ver televisão"
"Sim, mas..."
"E o que eu quero é ir voando daqui até a Lua."
Por exemplo, quando você tem que estudar para aquela prova super dificil da faculdade, de repente surge uma vontade incontrolável de jogar videogame, algo como: eu. PRECISO. jogar. Dai vc pensa: OK, assim que as aulas acabarem (ou passar o dia da prova) eu vou jogar aquela porra até zerar!
*Dia depois da prova* puts, que jogo chato.
Dai chegam as férias e vc pode fazer tudo o que sempre quis fazer e não podia por causa da facul e, adivinhe só, não quer mais fazer.
O ser humano é um tanto complicado hein... ou será apenas eu? Haja paciência xD
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Há outros mundos além deste (I)

[Fonte: http://sites.google.com/site/rodrigosetti/arvore.jpg]
Imagine uma árvore, aquelas de tronco bem grosso e com muitos ramos que vão se espalhando cada vez mais para o alto. Alguns acabam crescendo pouco e outros crescem mais e mais.
Este é um ótimo exemplo de como universos paralelos poderiam existir.
i - Coincidência?
Há um tempo atrás, li o livro "O Talismã", de Stephen King. Ótimo livro, que trata da história de um garoto que, para salvar a vida de sua mãe, atravessa os Estados Unidos - e os Territórios, um mundo paralelo aos EUA - em busca do Talismã, objeto extremamente poderoso.
Alguns meses depois, acabei lendo "Do fundo dos seus Olhos", de Dean Koontz. Outro livro espetacular que também comenta, de leve, sobre "mundos paralelos", nos quais o pequeno Bartholomew consegue caminhar na chuva sem se molhar, isto é, caminhar por outro mundo no qual não estivesse chovendo.
Alguns dias após concluir a leitura deste livro, me deparei com um episódio da série Fringe, no qual [SPOILER]a Olívia acaba "atravessando" para uma Nova Iorque onde as Torres Gêmeas ainda estão de pé [/SPOILER].
E finalmente, na semana passada, assisti o programa O Universo, do canal History Channel, cujo tema era exatamente este: como a física explica a existência de mundos paralelos.
Eu não acredito em coincidências, não mesmo, e achei tudo isso interessante demais para passar desapercebido.
ii - Física quântica também é cultura!
Bom... não vou adentrar muito aos detalhes de como a física quântica explica a provável existência de mundos paralelos, para quem quiser mais infos clique aqui.
De qualquer modo, retome a ideia da árvore.
Agora pense no último fora que você tomou do seu namorado (a).
Finalmente, pense em como poderia ter sido caso aquele fora não tivesse jamais acontecido.
Para o bem ou para o mal, na verdade ele: a) existiu; b) não existiu.
Ou seja, para cada possivel resultado de uma ação, o mundo se divide em uma cópia de si mesmo, de modo que, em cada "versão", todas as possibilidades ocorreram.
Imagine quando você joga na mega-sena?! Há um "mundo" para cada possibilidade.
Pior: imagine quantos ramos a sua "árvore" já tem? Juntando com todas as pessoas no mundo, infinitos universos...
Pensando assim, é bastante óbvio que em um desses ramos a vida é simplesmente perfeita, onde não há guerras, nem fome, nem aquecimento global, (nem seres humanos). Em compensação, há outros ramos onde as coisas não foram tão bem...
iii - You Make Your Destiny
Uma das ideias que o livro do Dean Koontz passa é que devemos tentar sempre construir a árvore mais bela e alta; mais bela porque são os ramos bonitos que representam os mundos "bonitos", isto é, aqueles onde fizemos boas ações que trouxeram resultados positivos; e mais alta porque a vida é feita para tentar, quanto mais coisas fazemos, quanto mais damos a cara a tapa, mais crescemos e mais fortes ficamos.
De qualquer modo, este é o único mundo que temos e ele deve ser bom o bastante, assim como nós devemos ser bons o bastante para não deixar que os ramos podres se multipliquem.
Ops... já se multiplicaram xD
Imagine uma árvore, aquelas de tronco bem grosso e com muitos ramos que vão se espalhando cada vez mais para o alto. Alguns acabam crescendo pouco e outros crescem mais e mais.
Este é um ótimo exemplo de como universos paralelos poderiam existir.
i - Coincidência?
Há um tempo atrás, li o livro "O Talismã", de Stephen King. Ótimo livro, que trata da história de um garoto que, para salvar a vida de sua mãe, atravessa os Estados Unidos - e os Territórios, um mundo paralelo aos EUA - em busca do Talismã, objeto extremamente poderoso.
Alguns meses depois, acabei lendo "Do fundo dos seus Olhos", de Dean Koontz. Outro livro espetacular que também comenta, de leve, sobre "mundos paralelos", nos quais o pequeno Bartholomew consegue caminhar na chuva sem se molhar, isto é, caminhar por outro mundo no qual não estivesse chovendo.
Alguns dias após concluir a leitura deste livro, me deparei com um episódio da série Fringe, no qual [SPOILER]a Olívia acaba "atravessando" para uma Nova Iorque onde as Torres Gêmeas ainda estão de pé [/SPOILER].
E finalmente, na semana passada, assisti o programa O Universo, do canal History Channel, cujo tema era exatamente este: como a física explica a existência de mundos paralelos.
Eu não acredito em coincidências, não mesmo, e achei tudo isso interessante demais para passar desapercebido.
ii - Física quântica também é cultura!
Bom... não vou adentrar muito aos detalhes de como a física quântica explica a provável existência de mundos paralelos, para quem quiser mais infos clique aqui.
De qualquer modo, retome a ideia da árvore.
Agora pense no último fora que você tomou do seu namorado (a).
Finalmente, pense em como poderia ter sido caso aquele fora não tivesse jamais acontecido.
Para o bem ou para o mal, na verdade ele: a) existiu; b) não existiu.
Ou seja, para cada possivel resultado de uma ação, o mundo se divide em uma cópia de si mesmo, de modo que, em cada "versão", todas as possibilidades ocorreram.
Imagine quando você joga na mega-sena?! Há um "mundo" para cada possibilidade.
Pior: imagine quantos ramos a sua "árvore" já tem? Juntando com todas as pessoas no mundo, infinitos universos...
Pensando assim, é bastante óbvio que em um desses ramos a vida é simplesmente perfeita, onde não há guerras, nem fome, nem aquecimento global, (nem seres humanos). Em compensação, há outros ramos onde as coisas não foram tão bem...
iii - You Make Your Destiny
Uma das ideias que o livro do Dean Koontz passa é que devemos tentar sempre construir a árvore mais bela e alta; mais bela porque são os ramos bonitos que representam os mundos "bonitos", isto é, aqueles onde fizemos boas ações que trouxeram resultados positivos; e mais alta porque a vida é feita para tentar, quanto mais coisas fazemos, quanto mais damos a cara a tapa, mais crescemos e mais fortes ficamos.
De qualquer modo, este é o único mundo que temos e ele deve ser bom o bastante, assim como nós devemos ser bons o bastante para não deixar que os ramos podres se multipliquem.
Ops... já se multiplicaram xD
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